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Prédio de quatro andares desaba no Brás, em São Paulo, e bombeiros fazem buscas nos escombros

Um prédio de quatro andares desabou no início da noite desta sexta-feira (6), na Rua Maria Joaquina, no Brás, região central de São Paulo. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar foram mobilizadas para atender a ocorrência e verificar se havia pessoas presas sob os escombros.

O imóvel fica na altura do número 92 da via. Segundo informações preliminares divulgadas pelas autoridades, o chamado inicial indicava que aproximadamente 25 pessoas poderiam estar no local no momento do desabamento. Até as primeiras horas do atendimento, 17 pessoas haviam conseguido deixar a área e recebido assistência médica.

As vítimas retiradas do prédio apresentavam, de acordo com a Polícia Militar, ferimentos considerados leves. Não havia registro de mortes até a atualização mais recente das equipes de emergência. Os bombeiros, no entanto, mantiveram as buscas entre o concreto quebrado, estruturas metálicas e outros materiais que ficaram espalhados na rua.

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado por volta das 18h40 e enviou 48 agentes e 16 viaturas para a ocorrência. A operação exigiu cuidados para evitar novos desmoronamentos e permitir que os socorristas avançassem com segurança sobre a área atingida.

Imagens divulgadas pelas forças de segurança mostram bombeiros e policiais trabalhando no local, enquanto parte da rua permanecia isolada. A movimentação mobilizou equipes de resgate e atendimento médico, além de provocar impactos no trânsito da região do Brás, uma área conhecida pela concentração de estabelecimentos comerciais e grande circulação de pessoas.

As causas do desabamento ainda não haviam sido esclarecidas. Também não havia confirmação oficial sobre a quantidade definitiva de pessoas que estavam no edifício, nem sobre a existência de novas vítimas sob os destroços. Essas informações poderiam ser revisadas conforme o avanço da operação e a conclusão das buscas.

A orientação das equipes era para que curiosos e moradores mantivessem distância do imóvel, permitindo a passagem dos veículos de emergência e reduzindo os riscos durante o trabalho de salvamento. Técnicos e agentes responsáveis pela avaliação da estrutura também deveriam analisar as condições dos imóveis próximos antes da liberação da área.

O caso será investigado para identificar as circunstâncias do colapso. Eventuais problemas estruturais, condições de conservação, reformas ou outras intervenções no prédio poderão ser analisados pelas autoridades competentes. Até o momento, não havia informação oficial sobre interdições definitivas ou sobre a necessidade de remoção de moradores de imóveis vizinhos.