O empresário Rafael Alexandre Régis, de 36 anos, foi morto a tiros durante uma emboscada na tarde de quarta-feira, 30 de setembro de 2026, no bairro Pedra Branca, em Palhoça, na Grande Florianópolis. O crime ocorreu na Rua dos Biguás e foi presenciado pela esposa e pela filha da vítima, de 5 anos.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar e confirmadas por veículos locais, Rafael se aproximava da própria caminhonete, uma Volkswagen Amarok preta, depois de acomodar a criança no veículo. Nesse momento, dois homens que estavam em um Volkswagen Up branco saíram do automóvel e efetuaram diversos disparos.
Imagens de câmeras de segurança registraram a ação. Os suspeitos aparecem encapuzados e armados, aguardando a chegada do empresário. A gravação mostra o momento em que a dupla deixa o carro, caminha em direção à vítima e, segundos depois, retorna ao veículo após os disparos. O ataque aconteceu em plena luz do dia, por volta das 13h20.
Rafael morreu ainda no local, ao lado da caminhonete. A criança e a esposa não foram atingidas, mas presenciaram a execução. A menina precisou ser retirada da cena do crime em estado de choque, conforme relatos publicados por veículos que acompanharam a ocorrência.
Após o homicídio, os autores fugiram no Volkswagen Up. Durante as buscas, o veículo foi localizado e abandonado. Informações divulgadas pela imprensa local indicam que os suspeitos teriam trocado de automóvel, passando a utilizar um Citroën C3 preto, que também foi encontrado posteriormente. Apesar da mobilização policial, ninguém havia sido preso até as últimas atualizações sobre o caso.
Um fuzil foi apreendido pelo Batalhão de Polícia de Choque da Polícia Militar de Santa Catarina e pode ter sido usado no assassinato. As autoridades também analisam imagens de câmeras de segurança e outros vestígios deixados pelos criminosos para tentar identificar os envolvidos.
Rafael era proprietário da RR Gestão e Serviços, empresa sediada no bairro Pedra Branca e voltada à locação de máquinas e equipamentos comerciais e industriais. A morte causou repercussão na comunidade e entre entidades ligadas ao tradicionalismo, das quais o empresário participava.
A autoria e a motivação do crime ainda não foram esclarecidas. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil, que deve apurar se o homicídio foi planejado, identificar os executores e verificar a existência de possíveis mandantes. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a razão do ataque nem sobre qualquer ligação da vítima com atividades criminosas.





