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Filha trans de Elon Musk detona o próprio pai e o chama dos piores nomes: ‘Nojento’…

Vivian Jenna Wilson, de 21 anos, filha de Elon Musk, tornou-se uma figura pública não apenas por sua relação com o bilionário, mas por sua coragem em se posicionar contra ele e suas visões controversas. Nascida em 2004, fruto do primeiro casamento de Musk com a autora Justine Wilson, Vivian é uma mulher trans que, desde 2020, rompeu laços com o pai, marcando sua independência ao retirar o sobrenome Musk e adotar o de sua mãe. O que começou como um afastamento pessoal evoluiu para uma série de críticas públicas contundentes, nas quais Vivian não poupou palavras ao descrever o comportamento de Elon Musk, chamando-o de “homem-criança patético”, “narcisista” e até “incel”, termo usado para descrever homens que expressam ressentimento contra mulheres.

A relação entre Vivian e Musk nunca foi próxima, segundo ela. Em entrevistas, a jovem relatou que o pai era ausente durante sua infância, frequentemente frio e cruel, especialmente quando ela exibia traços considerados femininos na juventude. Musk, por sua vez, fez comentários públicos que agravaram o conflito, como afirmar que foi “enganado” ao autorizar tratamentos hormonais para a transição de gênero de Vivian aos 16 anos, ou declarar que seu “filho Xavier” – o nome de nascimento de Vivian – estava “morto” por causa do que ele chama de “vírus woke”. Essas falas, carregadas de tom transfóbico, foram rebatidas por Vivian com firmeza. Em uma rede social, ela ironizou: “Eu pareço muito bem para uma vadia morta”, mostrando não apenas sua resiliência, mas também sua habilidade de usar o humor para desarmar as provocações do pai.

Vivian, que atualmente vive em Tóquio e estuda línguas, também criticou Musk por suas posições políticas, especialmente seu apoio fervoroso a Donald Trump e suas postagens controversas, como uma que parecia fazer alusão a uma saudação nazista durante a posse do presidente americano. Para ela, o comportamento do pai é “nojento” e “sexista”, e suas atitudes políticas reforçam um ambiente hostil para comunidades marginalizadas, incluindo pessoas trans. Em 2024, após a reeleição de Trump, Vivian anunciou sua intenção de deixar os Estados Unidos, afirmando que o país se tornou um lugar perigoso para a comunidade LGBTQIA+. “Mesmo que Trump fique só quatro anos, as pessoas que votaram nele não vão desaparecer tão cedo”, declarou.

Além de sua luta pessoal, Vivian tem se destacado como uma voz ativa no ativismo. Em 2025, ela estreou como drag queen em Los Angeles, sob o nome de Vivlainous, em um evento beneficente para arrecadar fundos para imigrantes em situação irregular. Performando ao som de “Wasted Love”, do cantor JJ, ela exibiu a bandeira do orgulho trans, reforçando sua identidade e seu compromisso com causas sociais. A apresentação foi um marco, não apenas por sua expressão artística, mas por simbolizar sua independência financeira e emocional em relação ao pai, de quem diz não depender desde os 18 anos.

Vivian também usou as redes sociais para questionar práticas de Musk, como a escolha do sexo de seus filhos por fertilização in vitro, algo que ela descreveu como uma “transação monetária”. Para ela, a expectativa de masculinidade imposta desde a infância foi uma pressão que ela precisou enfrentar para afirmar sua identidade. Apesar das críticas, Vivian deixa claro que não busca a atenção do pai ou da família paterna, com quem não mantém contato. “Não dou a mínima para o que eles fazem”, afirmou em uma entrevista recente, destacando sua vontade de ser reconhecida por suas próprias conquistas, seja como modelo, streamer em potencial ou participante de reality shows – um sonho que ela assume com um toque de humor autodepreciativo.

Enquanto Elon Musk continua a polarizar com suas declarações e seu papel como uma das figuras mais influentes do mundo, Vivian Jenna Wilson segue construindo sua própria narrativa, marcada por autenticidade e resistência. Longe de ser apenas “a filha de Musk”, ela é uma jovem que transforma sua história de conflito familiar em uma jornada de autodescoberta e ativismo, desafiando não só o pai, mas as estruturas que ele representa.