Vitória, 23 de julho de 2026 – A Rede Gazeta e o jornalismo capixaba lamentam a morte do repórter Caíque Verli, aos 33 anos. O profissional foi encontrado sem vida nesta quinta-feira em seu apartamento, no bairro Jardim da Penha, na capital do Espírito Santo. A emissora, afiliada da Globo no estado, confirmou o falecimento e expressou profundo pesar pela perda de um de seus principais talentos.
Natural de Carangola, em Minas Gerais, Caíque construiu uma sólida trajetória no jornalismo do Espírito Santo. Formado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), ele integrou a 17ª turma do Curso de Residência da Rede Gazeta e, desde 2017, atuava como repórter multimídia. Ao longo dos anos, contribuiu para o portal A Gazeta, para a rádio CBN Vitória e para os principais telejornais da TV Gazeta, sempre com compromisso com a apuração precisa, a qualidade da informação e a conexão com o público.
Colegas de redação descrevem Caíque como um profissional dedicado, generoso e carismático. Sua capacidade de transformar pautas complexas em reportagens acessíveis e humanas era uma de suas marcas registradas. Seja cobrindo segurança pública, saúde, mobilidade urbana ou o cotidiano da Grande Vitória, ele demonstrava sensibilidade, rigor jornalístico e um olhar atento às histórias que realmente importavam para os capixabas.
Em nota oficial, a Rede Gazeta manifestou solidariedade à família e destacou as qualidades do jornalista. “É com profundo pesar que a Rede Gazeta comunica o falecimento do jornalista e repórter Caíque Verli. A família de Caíque já foi informada e está sendo acompanhada pela empresa em Minas Gerais, onde reside. Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de profissão, a quem desejamos força e conforto”, diz o texto divulgado pela emissora.
A morte de Caíque gerou comoção entre profissionais da comunicação, autoridades estaduais e espectadores assíduos da TV Gazeta. Nas redes sociais e nos corredores da redação, relatos destacam não apenas sua competência técnica, mas especialmente seu jeito acolhedor e sua disposição para ajudar. Muitos lembram da energia positiva que ele levava para as coberturas externas e da paixão genuína pelo jornalismo como forma de serviço à sociedade.
O caso está sendo acompanhado pela Polícia Civil do Espírito Santo, que realizou os primeiros procedimentos no local. Amigos que o encontraram acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas infelizmente não foi possível reverter a situação.
A perda de um jornalista tão jovem representa um golpe para o mercado de comunicação capixaba, que vê partir um profissional em plena ascensão. Caíque pertencia a uma geração que transita com naturalidade entre diferentes plataformas – do rádio à televisão aberta, do digital ao telejornalismo –, sempre priorizando a essência da profissão: informar com responsabilidade, ética e credibilidade.
Em um momento em que o jornalismo enfrenta diversos desafios, a dedicação de Caíque reforça a importância de profissionais comprometidos com a verdade e com o interesse público. Colegas ressaltam que ele deixava as reportagens “melhores do que encontrou”, seja pela apuração cuidadosa, pela narrativa clara ou pelo respeito às fontes e às histórias que contava.
A TV Gazeta deve divulgar em breve detalhes sobre o velório e o sepultamento. Enquanto isso, a redação segue seu trabalho diário marcada pela saudade e pela lembrança viva de um repórter que, em poucos anos de casa, conquistou admiração e deixou uma marca indelével.
Caíque Verli deixa como legado não apenas um conjunto de matérias e coberturas relevantes, mas o exemplo de que o jornalismo pode – e deve – ser exercido com talento, humanidade e integridade. Sua partida precoce serve como lembrete da fragilidade da vida e da necessidade de valorizar aqueles que, diariamente, levam informação confiável aos lares capixabas por meio da TV Gazeta e da Rede Gazeta.
Neste momento de reflexão e luto, a imprensa do Espírito Santo se une para homenagear um colega que partiu cedo demais, mas que permanece presente na memória de quem conviveu com seu trabalho e com sua personalidade marcante. Que sua trajetória inspire as novas gerações de jornalistas a seguirem o mesmo caminho de dedicação e compromisso com a boa informação.