O atacante Richarlison voltou a acusar publicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter ligação com a disputa judicial envolvendo uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Em vídeo publicado neste sábado (17), o jogador afirmou que investiu cerca de R$ 10 milhões no imóvel, mas perdeu a posse após uma série de decisões judiciais. Ele também pediu que a Polícia Federal investigue o caso.
Segundo Richarlison, a transferência dos direitos de posse teria ocorrido de forma acelerada, enquanto o pedido apresentado por sua empresa enfrentava uma tramitação mais lenta. O jogador afirmou que “tomaram a ilha sem gastar um tostão” e questionou por que não recebeu de volta o dinheiro aplicado na compra. A manifestação foi acompanhada de novas cobranças a Flávio Bolsonaro e de um apelo para que moradores do Espírito Santo questionem o senador sobre o episódio durante sua passagem pelo estado.
A propriedade, avaliada em aproximadamente R$ 10 milhões, foi adquirida em 2020 por uma empresa ligada a Richarlison e ao empresário Renato Velasco. A disputa passou a envolver a empresa WT Administração de Imóveis, ligada ao advogado Willer Tomaz, que é apontado pela imprensa como amigo de Flávio. Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve decisão favorável à empresa de Tomaz, reconhecendo a posse do imóvel com base em documentos relacionados a uma cessão antiga.
O jogador da Seleção Brasileira Richarlison voltou a causar repercussão nas redes sociais após denunciar uma disputa judicial envolvendo uma mansão localizada em uma ilha em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
O atleta afirma ter investido aproximadamente R$ 10 milhões no imóvel e alega que perdeu a posse da propriedade sem receber o dinheiro de volta. Durante seu pronunciamento, Richarlison citou Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz, questionando as circunstâncias da decisão judicial.
O jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso e afirmou que pretende recuperar o valor investido.
Vale destacar: Flávio Bolsonaro não foi parte do processo judicial e já negou qualquer envolvimento na negociação do imóvel. A disputa terminou com decisão favorável à empresa ligada ao advogado Willer Tomaz.
Flávio Bolsonaro não é parte da ação judicial que definiu a posse da mansão. O senador foi arrolado como testemunha em um dos processos, depois de ter visitado o imóvel acompanhado de Willer Tomaz. Em resposta divulgada à imprensa, Flávio negou ter comprado, vendido ou intermediado a negociação e afirmou não possuir qualquer vínculo com a propriedade.
A relação entre o senador e o caso, porém, voltou ao centro do debate político e nas redes sociais. Em outubro, Richarlison já havia marcado o perfil de Flávio em uma publicação e perguntado: “E a minha ilha?”. Também afirmou que não pretende necessariamente recuperar o imóvel, mas receber os valores que diz ter investido. Em julho, o jogador declarou que havia gasto cerca de R$ 10 milhões e continuava sem receber o dinheiro de O jogador da Seleção Brasileira Richarlison voltou a causar repercussão nas redes sociais após denunciar uma disputa judicial envolvendo uma mansão localizada em uma ilha em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
O atleta afirma ter investido aproximadamente R$ 10 milhões no imóvel e alega que perdeu a posse da propriedade sem receber o dinheiro de volta. Durante seu pronunciamento, Richarlison citou Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz, questionando as circunstâncias da decisão judicial.
O jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso e afirmou que pretende recuperar o valor investido.
Vale destacar: Flávio Bolsonaro não foi parte do processo judicial e já negou qualquer envolvimento na negociação do imóvel. A disputa terminou com decisão favorável à empresa ligada ao advogado Willer Tomaz.
O caso ganhou nova dimensão após o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) anunciar que apresentaria uma notícia-crime à Polícia Federal para apurar um possível favorecimento na tramitação de procedimentos da Secretaria do Patrimônio da União. A iniciativa, contudo, não representa conclusão de que houve irregularidade. Até o momento, as acusações feitas por Richarlison e as suspeitas levantadas por aliados políticos precisam ser investigadas pelas autoridades. A decisão judicial que favoreceu a empresa de Willer Tomaz permanece como principal desfecho conhecido da disputa, enquanto Flávio Bolsonaro continua negando participação na transação.





